ABRUPTO

24.1.09




(Anónimo, século XVIII)

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ÍNDICE DO SITUACIONISMO (11):
A QUESTÃO FREEPORT NA COMUNICAÇÃO SOCIAL (5)



Os noticiários das 20 horas da RTP são regra geral menos governamentais dos que os das 13. Hoje, diferentemente de ontem, o telejornal tratou do caso Freeport de forma mais equilibrada. Não vi o da TVI, mas o da SIC continua e bem a valorizar a informação.

SITUACIONISMO - 1

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COLHEITA DE INVERNO (5)



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ÍNDICE DO SITUACIONISMO (10):
A QUESTÃO FREEPORT NA COMUNICAÇÃO SOCIAL (4)



* O noticiário da RTP das 13 horas manteve a tradição: abriu com o caso Freeport e fez uma peça cuidadosamente inócua, sem referir nada do que é mais complicado para o Primeiro-ministro e já é notícia em todo o lado. Para além disso tem o maior número de "alegados", "alegadamente", "suposta", "supostos", que me lembro de ver numa peça televisiva, tratando assim coisas que todos podemos ver como a entrevista do tio de José Sócrates (a "alegada" entrevista). Será que o tio também é "alegado tio"?

SITUACIONISMO +3

* Os comentários na SICN têm sido até agora muito equilibrados, uns valendo pelos outros. E junto com as investigações da TVI, as peças jornalísticas de José Manuel Mestre são sólidas e acrescentam documentos e não apenas depoimentos.

SITUACIONISMO - 3

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DUPLICIDADES



No jornalismo, em casos como o do Freeport (ou do BPN), há quem valorize o que acusa e há quem valorize o que iliba. O que não se pode fazer é, em casos como o Freeport (no que diz respeito a Sócrates por exemplo) valorizar o que iliba, e no caso do BPN (no que diz respeito a Dias Loureiro por exemplo) valorizar o que acusa. Como não se pode exigir responsabilização ética (para além da legal) nuns casos e noutros não. No comentário passa-se o mesmo, mas o comentário é opinativo, enquanto que se supõe que o jornalismo é informativo.

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COISAS DA SÁBADO: O CARDEAL QUE DISSE VERDADES

O Cardeal falou talvez excessivamente à vontade num mundo em que toda a gente começa a habituar-se a policiar a sua linguagem. Disse que havia muitos problemas nos casamentos de mulheres cristãs com muçulmanos, o que é o tipo de coisas que hoje não se pode dizer, muito menos por um Cardeal duma Igreja que também alimenta o mito do multiculturalismo.

Mas o problema da mulher no Islão, existe ou não? Ou, em nome do multiculturalismo e do esquerdismo corrente aceita-se um tratamento da mulher que seria inaceitável por qualquer pessoa que saiba o que são direitos humanos e igualdade entre os sexos? O problema está mais na omissão e nos silêncios de uma esquerda bem pensante que se cala perante o recuo dos direitos da mulher com o ascenso do fundamentalismo e de uma política religiosa que faz da questão feminina um dos pontos centrais da resistência anti-ocidental. Ainda recentemente um documentário da CNN mostrava as imagens das mulheres no funeral da grande cantora egípcia Um Kalsum há quarenta anos no Cairo, onde praticamente não se vê uma mulher velada e as ruas da mesma cidade hoje.

O vendaval que se levantou contra o Cardeal é por isso muito hipócrita e dúplice. Para além de começar a ser perigosa a mentalidade policial, censória e persecutória que hoje se faz na imprensa e nos meios políticos contra tudo o que não pareça acomodar-se a um cânone de boas maneiras politicamente correctas, criando-se um ecrã que torna impossível sequer nomear muitos problemas realmente existentes.

*
Recebi há dias um texto, em francês, que ilustra bem alguns dos problemas colocados, na Europa, pela disparidade cultural entre a comunidade muçulmana e a civilização Ocidental e que apenas o politicamente correcto e o "esquerdismo" silenciam, pois, infelizmente nos nossos dias o delito de opinião tornou-se passível de perseguição social, muitas vezes velada mas real.

O texto termina com a bem representativa frase:" Saviez-vous que les autres communautés religieuses, (juive, hindouiste, bouddhiste, etc.) n'exigent pas de revendications équivalentes?".

Por enquanto tudo isto se resume a países como a França, Holanda, Bélgica, etc.. Até quando?

Aqui vai o texto recebido na integra:

- Saviez-vous que de jeunes musulmanes réclament d'être exemptées des cours de sport et de biologie, sans être pénalisées pour leur examen? (Source : Nouvel Obs)

- Saviez-vous que les musulmanes exigent et obtiennent de nos élus locaux des horaires qui leur sont exclusivement réservés dans nos piscines municipales? (Source : Revue politique)

- Saviez-vous que des étudiantes musulmanes, lors de leur examen, exigent et obtiennent d'être accompagnées de leur mari et d'être jugées par une femme? (Source : Nouvel Obs)

- Saviez-vous qu'une association musulmane ('Unir' à l'Université Paris XIII) remet en cause le droit d'un professeur 'de culture occidentale' de juger le travail d'un étudiant musulman? (Source l'Express)

- Saviez-vous que des musulmans réclament et obtiennent la suppression de la fête de Noël dans certaines écoles primaires?

- Saviez-vous que des étudiants musulmans, prenant comme excuse la loi de la laïcité, réclament et obtiennent le retrait des sapins de Noël, dans différents établissements scolaires, jusque dans les maternelles? (Source: Le Parisien)

- Saviez-vous que des musulmans réclament et obtiennent l'interdiction de la viande non hallal dans les écoles françaises où ils sont majoritaires?

- Saviez-vous que dans l'administration, des musulmans réclament des jours de congés supplémentaires pour leurs fêtes islamiques?

- Saviez-vous que des musulmans réclament des salles de prières dans nos collèges, nos lycées et nos universités?

- Saviez-vous que des musulmans demandent aux écoles, universités et lieux de travail des horaires aménagés pour leurs cinq prières quotidiennes?

- Saviez-vous que des musulmans réclament une révision de nos livres d'histoire pour y intégrer l'histoire de leur pays et de leur religion? (Source : Nouvel Obs)

- Saviez-vous que dans nos manuels scolaires, vont être supprimés toutes références à Charles Martel ou autres Jeanne d'Arc, afin de NE pas froisser les français musulmans?

- Saviez-vous que des musulmanes exigent de pouvoir pratiquer des métiers publics (administration, hôpitaux, écoles, Justice) avec un tchador?

- Saviez-vous que des musulmanes voilées et étudiantes en médecine exigent de NE soigner que des femmes? (Source : Le Monde, Le Figaro)

- Saviez-vous que des médecins se sont faits tabasser pour avoir soigné des femmes sans le consentement de leurs maris musulmans? (Source Le Monde, Le Figaro)

- Saviez-vous que sur bon nombre de collèges français à majorité afro-maghrébine, on trouve les inscriptions 'Morts aux Juifs ', 'Mort aux chrétiens' ou ' Vive Ben Laden'?

- Saviez-vous que lors des manifestations contre la guerre en Irak, certains «pacifistes» musulmans exhibaient des portraits de Ben Laden ou de Saddam? (Source Les 4 vérités)

- Saviez-vous que le sauvageon nommé Djamel qui a brûlé vive la jeune fille, Sohane, s'est vu acclamé dans sa cité du Val de Marne lors de sa venue à la reconstitution des faits? (Source : JT de France 2)

- Saviez-vous que les jeunes noirs et musulmans ayant brûlé vif un vigile de race blanche d'un supermarché à Nantes (en 2002) n'éprouvent aucun remord et sont fiers d'eux? (Source : Témoignage de l'avocat)

- Saviez-vous qu'un Manuel de bonne conduite 'Le licite et l'illicite en Islam', vendu en France depuis 10 ans, explique comment un bon musulman doit frapper sa femme : 'avec la main', 'sans fouet' ni 'morceau de bois ', et 'en épargnant Le visage'? (Source : l'Express)

- Saviez-vous que des milices islamiques patrouillent dans les rues d'Anvers et d'ailleurs pour 'surveiller les mauvais flics blancs racistes' et appliquer leur propre loi? (Source : Libération)

- Saviez-vous que des nouvelles lois vont obliger la police, l'armée et la fonction publique en générale à embaucher en priorité des 'jeunes' issus de l' immigration et que 35 entreprises dont France Télévision, Peugeot ou encore Le groupe alimentaire Casino ont signé un contrat de préférence étrangère pour l' embauche de leur personnel? (Source : gouvernementale et syndicale).

- Saviez-vous que dans des lycées, des musulmanes enfilent leur manteau avant d'aller au tableau afin de n'éveiller aucune convoitise, que dans des écoles primaires des pères musulmans refusent que leurs fillettes soient laissées dans la classe d'un instituteur remplaçant l'institutrice, qu'une école a dû organiser un sas, sans fenêtres, pour reconnaître les mères, voilées de la tête au pied, avant de leur rendre leurs enfants? (Source : Le Monde 09/07/04)

- Saviez-vous que dans des écoles primaires, des élèves sont allés jusqu'à instituer l' usage séparé des deux robinets des toilettes, l'un réservé aux 'musulmans', l' autre aux 'autres' ou qu'un responsable local du culte musulman a demandé de prévoir des vestiaires séparés dans les salles de sport, car, selon lui, 'un circoncis NE peut se déshabiller à côté d' un impur'? (Source : Le Monde 09/07/04)

- Saviez-vous que les autres communautés religieuses, (juive, hindouiste, bouddhiste, etc.) n'exigent pas de revendications équivalentes?

(Leonel Silva)

*

Não é só em França que a sociedade de acolhimento enfrenta as reivindicações da diferença cultural, tão aos gosto dos defensores das políticas de identidade. Um pouco por toda a Europa a ideologia multiculturalista acabou por abrir as portas às práticas culturais mais retrógradas de que os mais indefesos - as mulheres e as crianças - são normalmente as primeiras vítimas. O jornal dinamarquês "Politiken", na sua edição em língua inglesa na Internet , relata a prática de mutilação autorizada às sua filhas, actualmente com 10 e 12 anos, por uma emigrante da Somália que foi como refugiada para a Dinarmarca nos anos 90, caso que originou uma condenação judicial. Percebe-se, também, como o relativismo cultural que suporta a ideologia multiculturalista está, lentamente, a destruir os direitos humanos que tantos sacrifícios implicaram para as gerações passadas e a corroer a ideia de uma cidadania que ultrapassa as diferenças culturais.

(José Pedro Teixeira Fernandes)

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ÍNDICE DO SITUACIONISMO (9):
A QUESTÃO FREEPORT NA COMUNICAÇÃO SOCIAL
(3)



Nenhum título especulativo entraria aqui, por muito que fosse incómodo para o governo. Não é essa a questão. A questão está nas escolhas, que sei muito difíceis e delicadas, dos títulos, mas também no modo como eles revelam as background assumptions dos jornalistas, e a sua independência do poder, este ou outro. No mais que explosivo caso do Freeport, que envolve claramente suspeitas de corrupção do Primeiro-ministro, o Correio da Manhã, seguido pelo Público, fazem títulos sólidos e to the point. O Correio da Manhã vai mais longe escrevendo "Sócrates" e não o "Primeiro-ministro" como faz o Público. Julgando pelas edições em linha, as únicas que disponho, é o Correio da Manhã que acrescenta mais informação inédita e que coloca o caso a um nível que exige imediato e cabal esclarecimento, muito para além das frases ambíguas, contraditórias e cuidadosamente omissas dos comunicados de Sócrates. O Diário de Notícias já, de todas as matérias noticiosas que dispunha, escolhe uma frase autojustificatória do Primeiro-ministro. O Jornal de Notícias bate todos os índices de situacionismo. No entender do jornal, o caso Freeport deve ser uma aborrecida inconveniência ocorrida a Sul, que não merece qualquer relevo noticioso.

Correio da Manhã - SITUACIONISMO - 4

Público -................. SITUACIONISMO - 3

Diário de Notícias
- SITUACIONISMO +2

Jornal de Notícias - SITUACIONISMO +5

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EARLY MORNING BLOGS

1469

Algo es algo; menos es nada.

(Provérbio espanhol.)

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23.1.09


ÍNDICE DO SITUACIONISMO (8):
A QUESTÃO FREEPORT NA COMUNICAÇÃO SOCIAL
(2)



(Em actualização.)

*
Poder-se-á saber a razão por que se ouvem tantos juristas sobre este caso (que funcionam como "extintores") e não se ouvem mais jornalistas de investigação ou especialistas em corrupção? É que a essência do caso é saber se há ou não corrupção no processo Freeport, e quem esteve envolvido nessa alegada corrupção. Tudo o resto é irrelevante.

*
Depois do que se viu na TVI, o Primeiro-ministro Sócrates tem muito que explicar. Os dados novos que foram noticiados, em particular o que diz o tio do Sócrates, em discurso directo, são notícia em qualquer parte do mundo e notícia das que antigamente faziam tocar os telexes. À hora a que escrevo os sítios em linha do Público, do Expresso, do Correio da Manhã, do Sol (que detém o exclusivo da entrevista que passou na TVI), TSF, Renascença e LUSA, nada. Só o da TVI tem a notícia e a SICN passa-a em oráculo.

ANEXO: a SICN abriu o noticiário das 22 horas com a notícia e anuncia entrevistas e um debate. A RTP2, no noticiário em simultâneo com o da SICN, entrevista Mega Ferreira sobre o CCB.

ANEXO 2: o que mostra como as coisas estão na nossa comunicação social é que o Primeiro-ministro Sócrates responde à TVI e ao Sol, antes de muitos órgãos de comunicação entenderem que havia aqui uma notícia importante. (Por exemplo o noticiário da RTP2 ignorou a questão.)

* A RTP falou do caso Freeport vinte minutos depois do início do telejornal.

SITUACIONISMO +3

*

















Procurem. Onde está o caso Freeport no Jornal de Notícias? No cantinho de cima e sem qualquer referência a Sócrates em título (só nas letras pequeninas), apenas "fluxos financeiros"...



SITUACIONISMO +4

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COISAS DA SÁBADO: A VITÓRIA DE ISRAEL E A OPORTUNIDADE PARA A EUROPA


Israel ganhou de um ponto de vista táctico e, muito mais importante, do ponto de vista estrategico, uma batalha contra o Hamas, ou seja o Irão. Como todas as coisas no Médio Oriente, os resultados podem ser voláteis a prazo, mas não precisam necessariamente de o ser se houver uma genuína vontade de paz. A batalha táctica foi o enfraquecimento militar do Hamas, mas a vitória estratégica foi o envolvimento da União Europeia e do Egipto na segurança da fronteira com Gaza. Isto é muito mais importante: os estados que se sentaram à mesa no Cairo não aceitam que a fronteira possa servir para armar o Hamas, e por extensão, que este não dispara mísseis contra Israel,. Israel, por seu lado, permite a abertura da fronteira para Gaza. No seu conjunto, estas medidas podem favorecer o processo de paz, cujo boicote é o prinicipal objectivo dos radicais patrocinados pelo Irão.

A partir de agora, países como a França e Alemanha não podem fazer de conta que o lançamento de mísseis para território israelita é questão alheia, ou que o contrabando de armas se possa fazer debaixo dos seus olhos. Podem vir a violar este compromisso, mas não podem depois queixar-se que Israel defenda unilateralmente os seus cidadãos numa guerra com o Hamas que terá inevitáveis vítimas civis.

Esta é uma oportunidade para a Europa, mas para não a perder não se pode ir para lá brincar aos observadores, tem que se estar disposto a disparar e a ser disparado se preciso for. Se os países europeus correrem esse risco, de ajudar a tornar seguras as fronteiras de Israel, podem contribuir e muito para que os palestinianos tenham o estado nacional, a prosperidade e paz que desejam. E para a Europa é o retorno a uma política consequente numa área do mundo que é do seu imediato interesse estratégico.

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INTERIORES / EXTERIORES: CORES



(Sandra Bernardo)



Ontem à noite, junto ao lago Léman, em Genebra. (Fernando Correia de Oliveira)



Ria de Aveiro. (Marco Marques)



Mais neve no Marão. (Helder Barros)





Granizo no Porto. (José Carlos Santos)



Porto. (Cecília Gama)

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COISAS DA SÁBADO: AS DISTRACÇÕES IRRESPONSÁVEIS

Escrevo este artigo fora de Portugal, onde verdadeiramente ninguém liga ao nosso país, cuja irrelevância no contexto da actual crise financeira e económica é total. No entanto, muito de passagem, ouvi e li duas coisas que representam o modo como nós somos vistos, quando, muito de passagem, somos vistos. Uma tratava Portugal como uma das "ovelhas negras" da Europa, um problema de má performance na Europa comunitária, que ninguém sabia (nem estava especialmente interessado) como tratar. Outra, complementar desta, é que Portugal era um dos países que punha em causa a solidez da moeda única também pelo mesmo motivo, a fragilidade da nossa economia, muitos milhões de euros comunitários depois.

Para mim, ouvir estas coisa custa, mas é obrigatório ouvi-las como mais um sinal da gravidade da nossa situação, quer pela "crise de dentro", porque eles não estão a falar apenas dos últimos meses mas de muitos anos de má governação, quer pela "crise de fora". E é também uma lembrança cruel da necessidade de verdade e lucidez no meio do irrealismo propagandistico em que vivemos, em que se especializou o governo Sócrates. O que vem aí é muito mau e a crise portuguesa será longa e penosa, e é por isso que seria péssimo embarcar nas "distrações" que Sócrates e o governo se preparam para lançar a pretexto da moção do PS: o casamento dos homossexuais e um futuro referendo à regionalização.

Destas propostas, a primeira é hoje bastante inócua nos seus efeitos reais, embora seja socialmente mais perturbadora do que se pensa, porque abrirá a porta à próxima causa "fracturante", a adopção de crianças pelos casais homossexuais e levanta questões sobre a "fábrica" da sociedade que ninguém quer ver ou discutir com medo de ser politicamente incorrecto . Mas a segunda proposta, é exactamente o contrário do que precisamos nos anos de crise que vamos atravessar. Dividir ainda mais o país, gerar uma nova camada de poder político e burocrático, tornar tudo mais caro e complicado, aumentar o potencial de reivindicação centrada no poder local e regional, é péssimo de per si e ainda mais péssimo nos tempos de escassez que vamos conhecer. O país pagaria caro estas "distracções" irresponsáveis, caso fossem para a frente.

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ÍNDICE DO SITUACIONISMO (7):
A QUESTÃO FREEPORT NA COMUNICAÇÃO SOCIAL




* O título do Público é absurdo. Em nenhum critério jornalístico a "busca a um dos maiores advogados" identifica a razão porque o assunto Freeport tem direito a primeira página. O título do Diário de Notícias é dos mais precisos de toda a imprensa de referência do dia de hoje, sem ser especulativo.

Público -................. SITUACIONISMO +4

Diário de Notícias - SITUACIONISMO - 3

* A TSF, que habitualmente tem como tema do Forum a notícia mais forte do dia anterior ou do próprio dia, em particular quando se trata de questões que envolvem suspeitas de corrupção, escolheu para seu tema de hoje a "dramatização do governo a propósito da avaliação dos professores" e não o caso Freeport.
SITUACIONISMO +2
(Continua.)

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EXTERIORES: CORES DE HOJE



Passagem do tempo por um banco do jardim de S. Amaro. (RM)

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22.1.09


O QUE O PRIMEIRO-MINISTRO (OU O MINISTRO SANTOS SILVA) NÃO PODEM DIZER

Não podem dizer que "isto aparece em período eleitoral". E não podem dizer porque não estão a falar de uma notícia de um jornal, mas de uma iniciativa judicial , envolvendo a PJ, a PGR e um juiz. E presume-se que todas estas entidades não estão em "campanha eleitoral" ou a mando de qualquer interesse eleitoral. Se é isso que quiseram dizer, então ainda é mais grave.

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COLHEITA DE INVERNO (4)



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EARLY MORNING BLOGS

1468 - On Looking Up By Chance At The Constellations

You'll wait a long, long time for anything much
To happen in heaven beyond the floats of cloud
And the Northern Lights that run like tingling nerves.
The sun and moon get crossed, but they never touch,
Nor strike out fire from each other nor crash out loud.
The planets seem to interfere in their curves
But nothing ever happens, no harm is done.
We may as well go patiently on with our life,
And look elsewhere than to stars and moon and sun
For the shocks and changes we need to keep us sane.
It is true the longest drouth will end in rain,
The longest peace in China will end in strife.
Still it wouldn't reward the watcher to stay awake
In hopes of seeing the calm of heaven break
On his particular time and personal sight.
That calm seems certainly safe to last to-night.

(Robert Frost)

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21.1.09


ÍNDICE DO SITUACIONISMO (6): DE VEZ EM QUANDO RESPIRA-SE

Na SICN, Ana Lourenço entrevista Manuela Arcanjo que foi governante do PS. Entrevista sóbria e séria, respostas sóbrias e sérias. Críticas claras à política orçamental do governo e posições próprias de Manuela Arcanjo. Pouco importa que se concorde ou não. Nunca é essa a questão. Nunca é a concordância ou a discordância que são decisivas no debate público. É não haver manipulação. É saber se quem fala está a pensar por si, com independência e solidez.
SITUACIONISMO -3

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SINAIS DE CIVILIZAÇÃO (2)

Primeira parte.



Multidão dominical numa livraria da FNAC em Paris.



Estudando arte na Tate Modern.



Eclair Madame Joconde no Fauchon, Paris.



Montra com conto infantil de inverno na Fortnum and Mason, Londres

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ÍNDICE DO SITUACIONISMO (5): A PROMOÇÃO DE PASSOS COELHO



Tudo isto (e há mais) numa semana, se não é trabalho profissional, aproxima-se muito.



A entrevista do Jornal de Negócios de Anabela Mota Ribeiro tem uma introdução de um ridículo difícil de superar (ver acima). Observando o conjunto das entrevistas e declarações há um traço comum: ausência generalizada de críticas ao PS e ao governo e a constante crítica a Manuela Ferreira Leite.

E o Semanário (um jornal especializado como o Diário de Notícias na intriga interna no PSD) não esconde as suas opções num artigo de um dos seus responsáveis Rui Teixeira Santos cujo título é : "Ele é melhor que a oposição"
Mais uma vez o primeiro-ministro foi ao Parlamento para um debate mensal. E mais uma vez, quando tudo poderia fazer prever que ele seria humilhado, mais uma vez, repito, José Sócrates ganhou. Ganhou o debate, fez o que quis diante de uma oposição absolutamente incompetente.


SITUACIONISMO +5

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© José Pacheco Pereira
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