ABRUPTO

11.11.07


ESTADO DO ABRUPTO

O Abrupto teve hoje alguns pequenos trabalhos de manutenção. Passou a ter uma entrada de "procura", que não é a ideal mas ajuda e não altera muito o aspecto minimalista da página activa. Comecei a actualizar "etiquetas", incluindo os poetas dos "early morning". Cerca de 300 notas foram "etiquetadas" e o trabalho continuará sempre que possível. Também não desisti de ir, pouco a pouco, recuperando as imagens perdidas por incompetência do Blogger.

Graças aos seus leitores o Abrupto continua de excelente saúde, isto para usar a fórmula com que a NASA começa os comunicados sobre a sonda Cassini. Continua no topo de todas as medições e de todos os
rankings, situação que mantém quase ininterruptamente há quatro anos, caminha para os sete milhões de visitas e para os oito milhões de page views, e tem um Page Rank no Google de 5. Centenas de leitores, centenas mesmo, colaboraram com textos e fotografias, enviados de todo o mundo. O Abrupto tem leitores fiéis na Europa, no Brasil e nos EUA, e em mais de 100 países vem cá gente com alguma regularidade, embora eu não me iluda muito com as estatísticas dos leitores de Madagáscar. Esta nota já muito desactualizada dá uma ideia do que o Abrupto deve aos seus leitores.

Tudo isto sem comentários abertos, um dos meios mais fáceis para obter "audiências", nem os truques técnicos que abundam hoje, usados por conselheiros especializados de como se sobe nas listas, como se falsificam
rankings, listas e lugares no Google . Esta situação do Abrupto incomoda muita gente, que utiliza todos os truques do ofício para arranjar listagens com critérios "subjectivos" que forneçam rankings diferentes, que misturam blogues genuínos com falsos blogues pornográficos, na maioria dos casos com o evidente objectivo de evitar que o Abrupto apareça sempre nos primeiros lugares. Quando os instrumentos de medida que permitem comparar blogues, como o Page Rank, o Google Analytics ou o Technorati, teimam em colocar o Abrupto à frente, atacam os mensageiros, que "como todos sabem, não prestam". A prática deliberada de muitos blogues de fazerem ligações a tudo menos ao Abrupto assim como de citar sem "ligar", tem as suas consequências: o Abrupto é muito mais citado do que "ligado", como se verifica quando se faz uma procura pelo nome do blogue ou do seu autor. Porém, como os milhares de leitores quotidianos do Abrupto estão fora destes pequenos círculos interiores da blogosfera, o blogue continua de boa saúde e recomenda-se. No entanto, não precisam de se afadigar tanto, a lei das coisas é que tudo o que sobe tem que descer e é só esperarem sentados.

Há, no entanto, várias coisas que estão mal. Umas dependem muito da minha disponibilidade, do tempo, outras resultam de não conseguir fazer melhor. O Abrupto é um blogue de uma pessoa só e isso faz com que haja dias vazios e dias de recurso. Depois há outras coisas que estão mal e precisam de ser melhoradas quer do ponto de vista gráfico, quer do conteúdo, quer técnico, das funcionalidades do blogue. À medida que puder tentarei fazer corresponder o Abrupto à dedicação e interesse dos seus leitores.


Obrigado.

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