ABRUPTO

24.7.07


DIÁRIO DA CRISE NO PSD ESCRITO EM RONGORONGO (18)


Dito isto, o que lá vem (no Público) é muito interessante como retrato do fazer política que se costuma ligar ao "barrosismo" e cuja aplicação governamental deu os resultados que deu e que pagamos sob a forma do PS de José Sócrates. Na verdade, é mais do "barrosismo-santanismo", uma espécie mutante e extinta, que se manifestou na forma institucional do "santanismo". O "santanismo" institucional, uma contradição nos seus termos, durou o frágil momento do governo Santana Lopes, a que Aguiar Branco e muitos dos "barrosistas" que hoje o apoiaram nos bastidores, pertenceram. Estes "barrosistas" nunca deram por ela do desastroso curso que as coisas levavam. Pelo contrário. Para eles o PSD está mal com Marques Mendes, mas estava bem com Santana Lopes. (Continua).

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© José Pacheco Pereira
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