| ABRUPTO |
semper idem Ano XIII ...M'ESPANTO ÀS VEZES , OUTRAS M'AVERGONHO ... (Sá de Miranda) _________________ correio para jppereira@gmail.com _________________
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10.8.03
TEMPOS DE PUREZA
Também aqui cabe o poema de Pasternak "A vela" , que está traduzido mais abaixo , na parte do Abrupto enterrada no esquecimento. Também só com uma pureza inicial, uma pureza do coração absoluta, o olhar de Yuri pode ver na vela , o que a vela era. Para os russos, como para Chekov por exemplo, essa pureza vinha de uma luta interior pela verdade, pela simplicidade da verdade. A verdade não é complicada, a liberdade é que é. (url)
© José Pacheco Pereira
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