| ABRUPTO |
semper idem Ano XIII ...M'ESPANTO ÀS VEZES , OUTRAS M'AVERGONHO ... (Sá de Miranda) _________________ correio para jppereira@gmail.com _________________
|
18.11.08
LIVROS DE QUATRO GERAÇÕES (86) ![]() De todas as colecções populares francesas da primeira metade do século XX estes "livres de demain" da Arthème Fayard são os meus favoritos. Li nestas edições, Colette e penso que um livro de Jules Romains de que não me lembro nada. Mas são as capas, o papel e as gravuras de madeira originais que sempre me atraíram para os belos livros desta colecção que começou em 1924. O papel é bastante mais grosso que o costume e absorve a tinta da impressão de uma forma clara, de modo que a tipografia dos livros lhes dá uma leitura quase brilhante do negro contra o branco. Depois da capa com aquele amarelo torrado, e com uma vinha estilizada, nada há mais de cor. Todos os livros continham gravuras em madeira originais e de grande qualidade. Já reproduzi aqui uma delas, mas podia todos os dias colocar magníficas peças de uma arte hoje em desuso, que a colecção da Fayard suportaria todas as provas. Depois, há as surpresas dos livros, como este separador no volume do Sem, com um reclame a um perfume(url)
© José Pacheco Pereira
|