ABRUPTO

7.9.06


UM DIA DE COMÍCIO

Hoje, viveu-se um dia de permanente comício em muitos órgãos de comunicação social. Desde a TSF pela manhã, até à "Opinião Pública" da SIC Notícias de tarde, culminando no Clube dos Jornalistas na 2, sem qualquer esforço de "edição", sem sequer qualquer esboço de controvérsia, assistiu-se a uma diatribe propagandística completamente à solta, como se estivéssemos em Cuba ou na Venezuela de Chavez e fossem o PCP e o BE a mandar nas televisões. Corrijo: hoje mandaram nas televisões, diante do silêncio comprometido e das deserções de muitos. Todo o discurso, pesado e denso, de múltiplas proclamações, grandes indignações, grandes adjectivos, grandes diabolizações, foi desde o anti-americanismo obcecado, que não hesita nas maiores inverdades e mentiras, até à proclamação indignada contra as tenebrosas violações dos direitos humanos, por esse Novo Estado Fascista que são os EUA.

O Clube dos Jornalistas sintetizou tudo quando, a pretexto do 11 de Setembro de Nova Iorque e Washington, passou imagens do golpe chileno de Pinochet, "dizendo-nos" com as imagens que este é o facto original e puro, o resto são manipulações ímpias. Isto aconteceuThe image “http://redescolar.ilce.edu.mx/redescolar/act_permanentes/historia/html/11_sep_73/mone.gif” cannot be displayed, because it contains errors., isto não. Isto deve-se pensar, isto serve apenas para nos manipular, para cercear as nossas liberdades, para servir os obscuros interesses militares e económicos do Império. A realidade do terrorismo dissipa-se, o terrorismo torna-se invisivel, hipotético, "pretextual" como nas melhores teorias conspirativas. Num noticiário da SIC referia-se de passagem que, no Irão, milhares de voluntários se ofereceram, em resposta ao apelo de alguns parlamentares iranianos, para servir de suicidas. Mas como era possível sequer reparar nesta notícia, incorporá-la no discurso? Não era. O terrorismo, mesmo ali diante dos nossos olhos, desaparecia, esbatia-se, dissolvia-se, normalizava-se. Tornava-se impensável. Só o Monstro americano existe, o resto são também imagens espelhares do mesmo Monstro. Estamos feitos.

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Como se indignou com programa do clube de jornalistas queria perguntar-lhe se viu a edição sobre o recente conflito Israel-Hezbollah. Não creio que tenha visto, caso contrário teria achado este bastante benigno.

Se não viu peça a cassete a alguém (infelizmente não gravei), acredito que não dará o seu tempo por perdido. Foi a maior acção de propaganda anti-sionista que alguma vez vi numa televisão, e falavam como se de justiceiros se tratassem face ao favorecimento de Israel por parte dos média. Foram feitas acusações graves ao jornal Público e ao seu director. E tudo isto sem qualquer contraditório: todos os convidados eram enviesadamente e fanaticamente anti-sionistas. A ver.

(paulo salvador)

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São tantos os exemplos de informação tendenciosa e manipulação noticiosa que o tema começa a estar estafado. Mas nunca é demais denunciá-lo. No dia da paralisação dos aviões em Londres, a jornalista Alberta Fernandes apresentou a notícia repetindo várias vezes “a alegada ameaça terrorista” sempre com um trejeito nos lábios para que alguém mais distraído notasse o seu cepticismo esclarecido. No dia em que a televisão transmitiu a reportagem da CNN com o membro do Hezbollah histérico a mostrar os prédios de “civis” atacados em Beirute, José Alberto Carvalho também se revelou consternado e solidário para com o “civil”. São apenas alguns exemplos e muitos mais haverá que desconheço porque passei a exercer o “inalienável direito de carregar no OFF” ou de ver o canal Panda.

(Helena Mota)

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Estes últimos comentários sobre os EUA e Israel fazem reaparecer na minha cabeça uma sensação que não posso deixar partilhar. Vou usar o exemplo dos EUA mas refiro-me a isto de uma forma geral em relação às suas posições publicas. Note-se então o exemplo: há hoje numa grande parte da sociedade um sentimento anti-americano. JPP opõe-se a ele. Tudo natural. Mas a sensação com que fico é que para se opor ao extremismo de um lado, JPP tende a tomar partido do outro. O facto de não estar de acordo com a perspectiva que muitos europeus têm dos EUA ou, de achar que a comunidade internacional não ajudou Israel como devia, não pode (não deve) fazer com se torne complacente para com o que há a criticar. Nunca o ouvi criticar de forma clara, o facto de terem morrido mais civeis inocentes do que "combatentes irregulares" (já o ouvi a usar a expressão e acho-a adequada). Eu não acho que JPP considere isso irrelevante, o que acho é que esteve demasiado ocupado a defender Israel das críticas que lhe eram feitas. Ficou tão mentalmente tão ocupado nisso que o resto não... surgiu. Imagine alguém acusa um seu conhecido por mentir em determinada situação em que sabe que ele não mentiu, é natural que o defenda. Não se pode é definir por oposição aos acusadores, perdoando futuras mentiras.
Os comentários e actos políticos Responsáveis não podem ser como o aquele jogo em que 2 grupos de pessoas puxam uma corda pelas suas pontas... tentando vencer o outro grupo ao extremar a sua posição. Se acha exageradas e irresponsáveis certas posições sobre os EUA, critique-as e exponha-as, mas não deixe que isso tolde o seu juízo. Eu também não gosto da onda de anti-americanismo de esquerda, mas julgo que o melhor é tentar não tomar partido de um lados só para me opor ao outro. Acho que compreende bem o que estou a dizer. "Não gosto do que este lado diz, por isso vou defender (quase) incondicionalmente o outro"...
Outra hipótese é que eu, talvez por "wishufull thinking", esteja enganado e que (por exemplo) JPP ache mesmo que os EUA têm muito pouco para se lhes criticar, e que a guerra recente, teve custos civis perfeitamente razoáveis. Tanto nisso como em outras situações em que define a sua posição como oposta à de outros.

(Filipe Grácio)

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É uma verdadeira avalanche de propaganda. Da TSF já não se espera objectividade , ainda mais de um qualquer programa como “O Fórum TSF” cujos participantes parecem ser únicos em Portugal ( são sempre os mesmos…parece a Bancada Central nesse aspecto … e curiosamente todos baldeados á Soeiro P. Gomes) .Mas enfim só ouve quem quer e fala quem pode. Vale a denuncia e a indignação.
Quanto ao “ Clube de Jornalistas” da 2 de ontem , que falaria do 11 de Setembro , no âmbito de uma semana na 2 acerca desse acontecimento que mudou o Mundo, sinceramente quando soube que era este o programa sobre o 11 de Setembro e não outro qualquer , temi pela objectividade do mesmo até pelo facto de na apresentação do mesmo aparecia a sombra de um tal de José Goulão , “cidadão honorário” da Palestina , o que se não confirmou, quem lá estava era o Dr. Rui Pereira , e os jornalistas Luis Costa Ribas e Cesário Borga. Quando apurei que era sobre o papel do jornalista no 11 de Setembro e 11 de Março e sua cobertura, com aquele painel fiquei logo desconfiado ( tirando o Dr Rui Pereira ) …ainda mais quando o moderador se pôs inicialmente a fazer umas considerações tendenciosas. Acabei por ouvir cinco minutos…chegou.
Quando á cobertura do 11 de Setembro…do mais irónico que me lembro de cobertura jornalística e propagandistica no meio daquele terror todo é o Hissam Besseisso representante da AP em Portugal acolitado pelo Luís Fazenda e José Goulão, a dizer e a transpirar abundantemente que o 11 de Setembro era obra da Mossad ou dos judeus. Paralelamente ia-se apreciando a reacção da rua árabe, com aquela senhora de lenço na cabeça a dar á língua a gritar , ao estilo das mulheres sudanesas a cortar as partes intimas dos prisioneiros da força britânica do General Gordon nos idos dos sec XIX.

(António Carrilho)

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Partilho inteiramente do seu ponto de vista. Também vi o Clube de Jornalistas, e fiquei arrepiado! Sob a coordenação do pivot, de cujo nome não me recordo, o programa foi um autêntico comício do PCP-BE (com a participação expecial da eurodeputada Ana Gomes, a nova Passionaria). A exaltação desse mesmo pivot quando, por exemplo, Costa Ribas se atreveu a dizer que a não existência de legislação específica ou carteira de jornalista nos EUA era uma boa coisa, fez lembrar as imagens do PREC. A deturpação da história atinge níveis preocupantes: qualquer dia dir-se-á que o 11 de Setembro aconteceu por causa da invasão do Iraque.


Poder-se ia, a propósito de terrorismo e de jornalismo, ter referido a presença de membros das FARC - organização reconhecida pela UE como terrorista - na festa do Avante, sem qualquer referência, que eu tenha visto, na televisão; ou também o facto de o presidente Bush ter admitido a existência de prisões "ilegais", prisões essas muito provavelmente criadas pelos seus antecessores, o que revelou um acto de grande coragem; ou a pura e simples "adivinhação" do que foram as missões supostamente da CIA, por parte de grande número de comentadores da nossa Esquerda, etc.

Para finalizar, como explicar as aspas na palavra "todos" no seguinte título de uma notícia do Diário Digital, que transcrevo de seguida?
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EUA: Pentágono proíbe tortura a «todos» os prisioneiros

O Pentágono publicou esta quarta-feira uma nova directiva determinando que os militares norte-americanos respeitem o artigo 3 das Convenções de Genebra, que proíbe a tortura, no tratamento de «todos» os prisioneiros.
«Todos os detidos devem ser tratados humanamente e de acordo com as leis norte-americanas, as leis da guerra», refere a directiva.

A directriz é publicada no mesmo dia em que o presidente George W. Bush vai propor uma nova legislação para julgar os prisioneiros de Guantanamo.

Segundo a directiva, os militares norte-americanos «devem aplicar, qualquer que seja o estatuto legal do prisioneiro, as regras contidas no artigo 3 das Convenções de Genebra de 1949».

O artigo 3 das Convenções de Genebra proíbe «os tratamentos cruéis e a tortura». Determina igualmente que os soldados capturados devem «em qualquer circunstância ser tratados humanamente sem distinção de raça, cor, religião, sexo, origem, rendimento ou qualquer outro critério».

Segundo responsáveis norte-americanos, o novo manual do exército proíbe algumas técnicas de interrogatório de prisioneiros utilizadas pelos Estados Unidos desde os atentados de 11 de Setembro e acrescenta algumas que o Departamento de Defesa considera necessárias.

As regras aplicam-se a todos ramos das forças armadas e não apenas ao exército, não incluindo a CIA, que também foi investigada por maus-tratos de prisioneiros no Iraque e no Afeganistão e por alegadamente manter suspeitos em prisões secretas em vários locais do mundo desde 11 de Setembro de 2001.

Desde pouco depois destes ataques que se têm registado protestos acerca dos direitos dos prisioneiros.

Organizações de direitos humanos e alguns países têm pressionado a administração Bush para fechar a prisão na base naval norte-americana em Guantanamo Bay, Cuba, quase desde que ela foi aberta em 2002 para prisioneiros da campanha contra a Al-Qaeda no Afeganistão.

O escrutínio ao tratamento dos prisioneiros pelos Estados Unidos aumentou em
2004 com a revelação de fotografias de soldados norte-americanos agredindo, intimidando e abusando sexualmente de detidos em Abu Ghraib no Iraque.

Em Julho, o secretário adjunto da Defesa norte-americano, Gordon England, publicou uma nota interna afirmando que o exército dos Estados Unidos trataria os prisioneiros da «guerra contra o terrorismo» de acordo com o artigo 3 das Convenções de Genebra.

A nota seguiu-se à decisão, no final de Junho, do Supremo Tribunal dos Estados Unidos de invalidar os tribunais de excepção de Guantanamo. O Supremo Tribunal considerou que o artigo 3 das Convenções de Genebra se aplicava ao conflito com a Al-Qaeda.

Guantanamo tem actualmente cerca de 450 prisioneiros da «guerra contra o terrorismo», mas apenas 10 foram até agora acusados.

A Casa Branca anunciou hoje que o presidente George W. Bush vai propor, num discurso previsto para as 13:45 (18:45 em Lisboa), uma nova legislação para julgar os prisioneiros de Guantanamo.

O presidente deverá enviar ao congresso o projecto de lei da sua administração ainda hoje, precisou o porta-voz da Casa Branca, Tony Snow.

Segundo Snow, trata-se de reagir à decisão de 29 de Junho do Supremo Tribunal, mas a legislação não prevê a «mudança de estatuto de Guantanamo».

Diário Digital / Lusa

06-09-2006 19:17:17
(Ricardo Peres)

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Esta leitora tem toda a razão. Lembra-me que nem todos vivem no mesmo contínuo comunicacional e, por isso, tudo o que se escreve pode parecer críptico, abstracto e alheio. Lembra também limitações da escrita nos blogues que têm a ver com as características do meio. Não é um problema facilmente resolúvel para quem escreve nos blogues que têm mecanismos de imediaticidade e referência que podem torná-los incompreensíveis fora do mesmo espaço de comunicação, mas pode e deve ser tido em conta. A carta da leitora vai publicada sem a habitual cor azul para que se percebam os seus comentários que vinham originalmente também em azul.

Para quem, como eu, não vive em Portugal e apenas tem acesso à RTP Internacional o que hoje conta no seu post não se percebe. Este é, em meu entender, um dos grandes problemas dos weblogs. Não existindo edição outra que a feita em causa própria, raramente se encontra a preocupação de contar uma "história" com cabeça, tronco e membros. Quem está de fora e, como é o meu caso, ainda mais de fora, os weblogs parecem um mundo estranho onde tudo o que é escrito parece começar a meio. Bem sei que o weblog funciona num registo que vai do diário confessional ao mero registo de uma impressão em modo de fragmento. No entanto, para quem, como o José Pacheco Pereira faz do weblog um espaço diverso do convencional, parece-me que muitas vezes as suas palavras mais se assemelham a recados internos, private jokes ou simplesmente estilhaços como é, afinal, a prática comum deste tipo de comunicação.

O exemplo do seu post de hoje é o paradigma do que acima descrevi e que me deixou e continua a deixar em branco. Junto lhe envio as suas palavras para que a minha opinião faça ainda mais sentido. Ora siga-me:

Hoje, viveu-se um dia de permanente comício em muitos órgãos de comunicação social. Desde a TSF pela manhã, até à "Opinião Pública" da SIC Notícias de tarde, culminando no Clube dos Jornalistas na 2, sem qualquer esforço de "edição", sem sequer qualquer esboço de controvérsia, assistiu-se a uma diatribe propagandística (até aqui não consegui ainda compreender de que diatribe nos fala) completamente à solta, como se estivéssemos em Cuba ou na Venezuela de Chavez e fossem o PCP e o BE a mandar nas televisões. (continuo na mesma. com a mesma pergunta: que diatribe?) Corrijo: hoje mandaram nas televisões, diante do silêncio comprometido e das deserções de muitos. (que muitos? que silêncio comprometido?) Todo o discurso, pesado e denso, de múltiplas proclamações, grandes indignações, grandes adjectivos, grandes diabolizações, foi desde o anti-americanismo obcecado, que não hesita nas maiores inverdades e mentiras, até à proclamação indignada contra as tenebrosas violações dos direitos humanos, por esse Novo Estado Fascista que são os EUA. (aqui percebo que devem, mas repare que é um devem, ter falado dos Estados Unidos da forma como descreve. O que terão dito? Um exemplo? Continuo a ler... querendo perceber do que nos fala mas sem nada que o sustente)

O Clube dos Jornalistas sintetizou tudo quando, a pretexto do 11 de Setembro de Nova Iorque e Washington, passou imagens do golpe chileno de Pinochet, "dizendo-nos" com as imagens que este é o facto original e puro, o resto são manipulações ímpias. (compreendo aqui que se passou alguma coisa num programa da RTP2 mas, em concreto, continuo na mesma. Foram, eventualmente?! passadas duas imagens, estas? e relacionadas da forma como... mas qual forma? o que foi dito? Eram realmentes estas as duas imagens passadas??) Isto aconteceu The image , isto não http://www.reformation.org/evil-twin-towers.jpg. Isto deve-se pensar, isto serve apenas para nos manipular, para cercear as nossas liberdades, para servir os obscuros interesses militares e económicos do Império. A realidade do terrorismo dissipa-se, o terrorismo torna-se invisivel, hipotético, "pretextual" como nas melhores teorias conspirativas. (o que disseram nesse programa foi, penso estar a perceber mas o texto é tão falho de informação que não garanto nada, penso que nesse programa terão dito que não houve 11 de Setembro ou que um acontecimento decorreu do outro ou ainda que, o quê?) Num noticiário da SIC(uma vez aqui chegada julgo compreender que fez zapping. da RTP2 passou para a SIC.) Referia-se de passagem que, no Irão, milhares de voluntários se ofereceram, em resposta ao apelo de alguns parlamentares iranianos, para servir de suicidas. Mas como era possível sequer reparar nesta notícia, incorporá-la no discurso? (era impossível incorporar esta notícia da SIC em que discurso? No da RTP2? no seu? no da SIC? Ainda não percebi, até aqui, o que sucedeu ao certo) Não era. O terrorismo, mesmo ali diante dos nossos olhos, desaparecia, esbatia-se, dissolvia-se, normalizava-se. (Aqui está a falar da SIC ou da RTP2?) Tornava-se impensável. Só o Monstro americano existe, o resto são também imagens espelhares do mesmo Monstro. Estamos feitos.

Para mim torna-se cada vez mais insustentavel ler jornais ou weblogs. Sobretudo os portugueses, é destes que falo. Parecem-me saídos do mesmo caldeirão de equívocos e enganos e/ou dificuldades de comunicação. Uns, creio, de causa prosaica e outros nem por isso. Uma coisa é certa, para quem se dedica apenas a ler o que outros escrevem a vida não está nada fácil. Enfim, para ser menos dura... e para o citar: "estamos feitos!"

(Teresa Santos)

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Sobre o comentário da Srª D. Teresa Santos, devo dizer-lhe que contráriamente não acho que ela tenha alguma razão, nem mesmo atenuante, já que vivendo no estrangeiro (vago), tem acesso a notícias, como confessa através da RTP-I que apesar dos muitos eventuais defeitos deve relatar minimamente o que se passa em Portugal, além do mais vivendo no estrangeiro e dando de barato ao tempo a que isso dura, deverá falar a língua de acolhimento, acedendo assim a uma generalidade de fontes noticiosas através dos meios de comunicação local (a menos que estejamos a falar de um estrangeiro algures saariano, amazónico ou quejando).

Não vi o programa citado, nem mesmo televisão nesse dia e contudo entendi perfeitamente todo o seu post, bem como as intenções e intencionalidades que se percebem do texto.

Quanto à Srª D. Teresa Santos……..alô Marte !

(Castello Branco)

(url)

© José Pacheco Pereira
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