ABRUPTO

18.9.06


PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA

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"Ponham lá aí um cartaz a dizer que eu sou muito estúpido", é o que os que levam a sério o Loose Change, a começar pelos programadores da RTP que entraram agora num nível provocatório, estão a dizer. Quem acredita que um filme que afirma que nas Torres Gémeas houve uma explosão controlada e não se dá ao trabalho de explicar como é que foram colocados os milhares de cargas explosivas necessárias para o fazer sem ninguém dar por isso (dezenas de homens invisíveis, milhares de locais armadilhados, pelos vistos também invisíveis, centenas de horas de trabalho necessárias), e que nega que dois aviões foram “caídos” sem se dar ao trabalho de explicar onde estão os passageiros que desapareceram sem deixar rastro (estão presos em Guantanamo? Foram levados para uma base secreta e fuzilados? Estão na estação espacial?) e outras mil e uma falsificações rudimentares, devia usar um badge a dizer que é estúpido. Podia até fazer-se uma versão politicamente correcta: “eu ainda sou mais estúpido do que o Presidente Bush”. Ah! Claro que é também possível que os nefandos americanos tenham descoberto o segredo da invisibilidade, uns ecrãs de hipnose colectiva e máquinas para "beam me up" e então está tudo explicado. E depois deram tudo isto ao Bin Laden.

O que se passa com o Loose Change mostra como o fanatismo político anti-americano leva à deterioração do pensamento. E é contagioso, tanto para as mentes simples como para as sofisticadas.


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© José Pacheco Pereira
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