ABRUPTO

13.10.05


OS NOVOS DESCOBRIMENTOS: "IT TAKES TWO TO TANGO"



Grande NASA que sendo séria, está demasiado contente com o que vê, para se tomar a sério! Há um gosto, um entusiasmo, que é contagiante. Veja-se como é sisudo o sítio da European Space Agency (ESA). Depois não se queixem dos americanos.

Ah!, as duas luas do tango são Dione e Rhea, dançando diante de Saturno.

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NASA public outreach has often been compared favourably to ESA, who project a very staid image.

Unlike NASA, who run space programs, ESA merely provide infrastructure, i.e. the launcher and tracking of the spacecraft. The data belongs to the PIs whose instruments ride in space. The criticism that ESA does poor outreach has been made often, and occasionally is has been proposed to make mandatory a decent outreach program for experimenters, unfortunately it hasn't been implemented

(Thomas)

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Ao ler as suas palavras sobre o tango da Nasa pensei para comigo, que coincidência, há poucos dias pensei exactamente o mesmo ao ler o último advisor do Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos sobre o "nosso" Vince.

AS THE SHORT HAPPY LIFE OF VINCE IS NOW OVER...THIS WILL BE THE LAST ADVISORY.

(A.Ferreira)

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Na realidade, o link da ESA equivalente ao que deu da NASA é o seguinte.
Mas creio ser verdade que como em muitas coisas do outro lado do Atlântico, a NASA tem uma postura mais 'comercial' (em parte porque sem apoio, os $$ não vêm) enquanto que a ESA é 'governamental' na postura. O estranho é que no caso dos satélites Galileo se passe o cenário inverso.

(João Ventura)

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As diferenças entre a forma de funcionamento da NASA e da Agencia Espacial Europeia e da forma come se apresentam aos seus públicos devem ser procuradas muito mais fundo. Na forma como o funcionamento e financiamento de ambas é assegurado. Sendo um verdadeir glutão de dinheiro público, em alguns casos com retorno duvidoso, a NASA tem que "passar" o seu orçamento em Washington a cada ciclo que passa. Ora quem conhece a realidade politica Americana sabe a influência que as comunidades locais têm nesse processo através dos seus representantes em Washington. Fica, portanto explicada a necessidade permanente de uma presença forte e que gera simpatia e aprovação no grande público que a NASA assegura atrvés de um outreach poderosíssimo.

Claro que há também o facto de o sub-consciente americano continuar a soonhar com muitas coisas para além do horizonte e fazer por isso, o que nós não fazemos há 500 anos.

(Arnaldo J Costeira, Houston, Texas)


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© José Pacheco Pereira
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