ABRUPTO

1.5.05


HÁ NAS ÁRVORES DO PORTO

uma força sem paralelo. Talvez porque seja a Norte e não a Sul. Talvez porque o ar, talvez porque a terra, talvez porque o olhar, talvez por causa do granito, talvez porque já as veja há muito tempo, como se não crescessem porque já estavam grandes.

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© José Pacheco Pereira
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