| ABRUPTO |
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semper idem Ano XIII ...M'ESPANTO ÀS VEZES , OUTRAS M'AVERGONHO ... (Sá de Miranda) _________________ correio para jppereira@gmail.com _________________
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2.2.04
ORGULHO 10 / NOTAS SOBRE AS FORMAS ANTIGAS DE SENSIBILIDADE
“Si celui qui en est arrivé là n'est pas touché de la grâce de Dieu (or ceux qui sont dans cet état en sont bien difficilement touchés), de façon à sa soumettre en silence au jugement que tout le monde porte de lui, il ne tarde point à devenir effronté et impudent, et à tomber par la rébellion, d'autant plus fâcheusement au dixième degré de l'orgueil, qu'il y tombe d'une manière tout à fait désespérée. Alors celui qui s'était contenté dans son arrogance de mépriser ses frères en secret, se mettant en révolte ouverte, méprise son supérieur même.” A convicção do pecado mostra-se então em todo o esplendor. O orgulhoso já não peca apenas, defende activamente a liberdade de pecar. Como dizem os Provérbios: “Quando o pecador caiu no fundo do abismo do pecado, ele despreza tudo”. Perdeu as referências, o norte, a pedra. Antes, tinha na sua vida uma barra de ferro que o atravessava, que lhe dava consistência moral, que não o deixava afastar-se da visão divina. Pagava essa barra com as suas penitências, mas tinha uma direcção e uma paz. Os medos humanos dissipavam-se à volta da barra. Agora, o mundo é feito de gelatina, um gigantesco bordel atrás do qual está uma dança macabra. Tudo agora se resume às pequenas trocas da vaidade, a exercícios de massagem do ego. O orgulhoso despreza agora o que o mantinha de pé. Conta a sua história a todos, e enaltece o valor da sua rebelião. Os demónios dão vozes a todos para lhe responderem que sim, que grande valor tem a rebelião do “curioso”. Ele sente-se bem à mesa da confusão das vozes, sem perceber em que coro já canta. Entrou no último grau do orgulho: o hábito de pecar. Bernardo escreve o julgamento, próximo de fechar o seu tratado: "Mais lorsque, par un terrible jugement de Dieu, les premiers crimes ont été suivis de i'impunité, on revient volontiers à ce qui a e procuré du plaisir et plus on y revient, plus on y trouve d'attrait. A mesure que la concupiscence se réveille, la raison s'endort et les chaînes de l'habitude se resserrent. Le malheureux est entraîné dans l'abîme du péché et livré à la tyrannie de ses vices; emporté par le torrent de ses désirs charnels, il oublie sa raison et la crainte de Dieu, et finit, l'insensé! par dire dans son coeur : « Il n'y a pas de Dieu (Psalm. XIII, 1)." (Em seguida, quase a conclusão) (url)
© José Pacheco Pereira
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