| ABRUPTO |
semper idem Ano XIII ...M'ESPANTO ÀS VEZES , OUTRAS M'AVERGONHO ... (Sá de Miranda) _________________ correio para jppereira@gmail.com _________________
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13.2.05
OUVINDO HEINRICH IGNAZ FRANZ BIBER
![]() Biber, Rosary Sonatas, por Andrew Manze (violino), Richard Egarr (orgão), da Harmonia Mundi. A Harmonia do Mundo, tudo no seu sítio. * Reparei que a interpretação (recente) das sonatas do rosário pelo Andrew Manze faz parte das suas escutas recentes. A leitura de Manze é, na minha opinião (desculpe-me a frontalidade), banal. "Obrigatórias" (embora muito diferentes entre elas) são as seguintes interpretações: A primeira (do Patrick Bismuth) é um prodígio de contraste e visceralidade; a segunda (da Alice Pierlot) é mais "femenina", doce. Qualquer uma delas é profunda. Humana. Já agora, convido-o a explorar mais a música antiga. Não apenas o barroco, mas também a música da renascença, a Ars Nova, a Ars Subtilior. A originalidade e frescura que nela encontramos não cessa de me surpreender. Comparado com este período, o classicismo e romantismo parece pobre e previsível (na minha opinião) (João Jarego) (url)
© José Pacheco Pereira
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