| ABRUPTO |
semper idem Ano XIII ...M'ESPANTO ÀS VEZES , OUTRAS M'AVERGONHO ... (Sá de Miranda) _________________ correio para jppereira@gmail.com _________________
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14.2.05
A MORTE DA IRMÃ LÚCIA
foi tratada pela Igreja com reserva e comedimento, atitudes que correspondem certamente à vontade da própria Lúcia. Esta posição está em contraste com os políticos como Santana Lopes e Portas, mais o primeiro que o segundo, que a estão a transformar indirectamente num acto de campanha – é um completo contra-senso suspender a campanha por “luto” de dois dias, como será a proclamação, cada vez mais banalizada, de luto nacional. A separação institucional entre o Estado e a Igreja implica alguma moderação, e não é líquido que à Igreja agradem muito estas manifestações de dramatização alheia de oportunidade. Nota: vim agora a saber que o PS também vai a reboque. Está tudo a voar baixinho, sem o mínimo de solidez de pensamento e ... vergonha. * Espanta-me um pouco a teoria de que por separação entre Igreja e Estado se entenda que tudo o que vem da Igreja seja para combater e contrariar porque senão não temos uma verdadeira separação. Dou um exemplo: parece que o estado defender a família é simplesmente condenável porque a Igreja defende a família. Como tal o estado tem que se preocupar com os direitos dos homossexuais, com a liberalização das drogas, com os divórcios, com o aborto mas nunca com a família. Recordo aqui uns amigos investigadores universitários que tiveram o apoio a um trabalho recusado por um instituto estatal por ser "tendencioso". Isto porque pretendia analisar em que ponto a família é importante para o equilibrio psicológico dos individuos... O mesmo instituto financia estudos sobre a homossexualidade...(Pedro Alvito) * Como seu leitor e apreciador lamento os infelizes comentarios á morte duma pessoa que é mais conhecida no mundo que Portugal O Snr. Quando morrer ninguem o conhece a naõ ser meia duzia de escribas seguidistas .A sua morte não figurará na historia .(João Moreno) (url)
© José Pacheco Pereira
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