| ABRUPTO |
semper idem Ano XIII ...M'ESPANTO ÀS VEZES , OUTRAS M'AVERGONHO ... (Sá de Miranda) _________________ correio para jppereira@gmail.com _________________
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31.7.04
BLUE MOON
(Cortesia de Astronomy Picture of the Day) Hoje é noite de Lua Azul, de “blue moon”, duas luas cheias no mesmo mês. Desde Novembro de 2001, não havia nenhuma. Vê-la-ei a cair para dentro de quatro paredes brancas, por entre os ramos de um loureiro. (url) (url)
OUVINDO “SWINGING ON A STAR”
divertindo-me, sem inocência que sobre. Não é que estes velhos tipos das canções de Hollywood sabiam todas as perguntas certas: vejam lá se a mula, o porco e o peixinho “slippery” não andam aí à volta? Perguntem ao Bing Crosby. “Would you like to swing on a star Carry moonbeams home in a jar And be better off than you are Or would you rather be a mule? A mule is an animal with long funny ears Kicks up at anything he hears His back is brawny but his brain is weak He's just plain stupid with a stubborn streak And by the way, if you hate to go to school You may grow up to be a mule Or would you like to swing on a star Carry moonbeams home in a jar And be better off than you are Or would you rather be a pig? A pig is an animal with dirt on his face His shoes are a terrible disgrace He has no manners when he eats his food He's fat and lazy and extremely rude But if you don't care a feather or a fig You may grow up to be a pig Or would you like to swing on a star Carry moonbeams home in a jar And be better off than you are Or would you rather be a fish? A fish won't do anything, but swim in a brook He can't write his name or read a book To fool the people is his only thought And though he's slippery, he still gets caught But then if that sort of life is what you wish You may grow up to be a fish A new kind of jumped-up slippery fish And all the monkeys aren't in the zoo Every day you meet quite a few So you see it's all up to you You can be better than you are You could be swingin' on a star” (Johnny Burke, Jimmy Van Heusen) (url)
O MAR
Johann Christian Dahl Como é que se pode olhar para o mar sem solidão? Como é que se pode olhar para o mar e ter que ver antes a multidão têxtil a cores, ver a praia, não a praia da areia mas a praia dos corpos, a balbúrdia? (Eu sei que esta nota é reaccionária. Eu sei da história toda. Eu sei que também aqui há um bem escasso e suposto ser para todos, logo estar cheio. Eu sei que desde que a Frente Popular concedeu férias pagas, também os operários têm direito ao seu Deauville particular. Eu sei que a ecologia acabou naquele dia, eu sei que a terra é pequena e as gentes muitas. Eu sei que cada chinês tem direito inalienável ao seu automóvel e frigorífico, pese embora à camada de ozono, a abundância da abundância. Eu sei que hoje a praia é o povo voltado de costas a dourar, ou pelo menos uma parte substancial do dito. Eu sei disso tudo. Mas, Senhor, porque não nos dás mais espaço, para se poder olhar o mar como deve ser?) * «Mas, Senhor, porque não nos dás mais espaço, para se poder olhar o mar como deve ser?» Dá e generosamente, por esta costa fora. Onde? Em todos os recantos onde só se chegue a pé e com mais de dez minutos de caminhada." (M.H.) (url)
EARLY MORNING BLOGS 268
maggie and milly and molly and may maggie and milly and molly and may went down to the beach(to play one day) and maggie discovered a shell that sang so sweetly she couldn't remember her troubles,and milly befriended a stranded star whose rays five languid fingers were; and molly was chased by a horrible thing which raced sideways while blowing bubbles:and may came home with a smooth round stone as small as a world and as large as alone. For whatever we lose(like a you or a me) it's always ourselves we find in the sea (e. e. cummings) * Maggie and milly and molly and may, bom dia! (url) 30.7.04
POEIRA DE 29 DE JULHO
Hoje, há cento e trinta e dois anos, Whistler pintava um dos seus mais famosos retratos, o de Thomas Carlyle. Carlyle não queria posar mais do que uma ou duas vezes, Whistler acabou por exigir que o fizesse muitas vezes. Carlyle achava a experiência insuportável, e, todas as vezes que se movia um pouco, Whistler berrava: “Por amor de Deus, não se mexa!” Carlyle, que já estava com pouca paciência, acabou por perceber que o que mais interessava a Whistler era o seu casaco... Dizia de Whistler “que era a mais absurda criatura à face da terra”. Pode ter sido, mas que o casaco ficou bem pintado neste Arrangement in Grey and Black Number 2, ficou. (url) 29.7.04
O ABRUPTO FEITO PELOS SEUS LEITORES: DO OUTRO LADO DO ESPELHO
"A propósito deste nosso cada vez mais pobre país, lembrei-me de uma das cenas de Alice do Outro Lado do Espelho de Lewis Carroll; em que depois de passar para a casa do espelho, Alice descobre que quando quer ir ter com alguma coisa, tem de caminhar no sentido contrário. Hilariante situação. Pois parece-me, que nós por cá, na terra da realidade, definimos as políticas, definimos os objectivos, escolhemos os políticos e estabelecemos as metas (agora de dois em dois anos), e caminhamos, igualmente, em sentido contrário. Com a óvia diferença de que enquanto Alice se aproxima do desejado, nós nos afastamos cada vez mais." (Ivo Monteiro) (url)
EARLY MORNING BLOGS 267
Hymn to the Neck Tamed by starched collars or looped by the noose, all hail the stem that holds up the frail cranial buttercup. The neck throbs with dread of the guillotine's kiss, while the silly, bracelet-craving wrists chafe in their handcuffs. Your one and only neck, home to glottis, tonsils, and many other highly specialized pieces of meat, is covered with stubble. Three mornings ago, undeserving sinner though she is, yours truly got to watch you shave in the bath. Sap matted your chest hair. A clouded hand mirror reflected a piece of your cheek. Vapor rose all around like spirit-infested mist in some fabled rainforest. The throat is the road. Speech is its pilgrim. Something pulses visibly in your neck as the words hand me a towel flower from your mouth. (Amy Gerstler) * Bom dia! (url) 28.7.04
OS NOVOS DESCOBRIMENTOS: FOGO PURO
Esta mancha está a atravessar o Sol por estes dias. Poucas imagens existem que retratem tanta violência, o tumulto do Inferno, do absoluto inabitável, como estas correntes de plasma, estes rios de fogo puro contorcendo-se, presos por forças ainda maiores do que as suas, presos pelas linhas invisíveis da natureza, presos pela gravidade, presos pelo campo magnético do Sol. (Esta magnifica imagem é de um astrónomo amador Jack Newton.) (url)
O ABRUPTO FEITO PELOS SEUS LEITORES: O EGO POLÍTICO
"De como o ego político se manifesta nas conversas faladas e escritas: (1) Do Programa "Outras Conversas" em 25 de Julho de 2004 Entrevista ao Dr. Marques Mendes: "As minhas ideias, as minhas convicções..." Quais? Já agora faz-nos o favor de nos dizer quais são? Muito obrigado! (2) Da "Única" do Expresso de 24 de Julho de 2004. Entrevista ao Dr. José Sócrates: "Sou um animal feroz" "Fui ao estrangeiro pela primeira vez aos 20 anos" "A televisão mata (...) Eu estive lá ano e meio" "Acho escandalosos os ordenados dos gestores" "Também sou um esteta" (3) O que está escondido: Na mesma entrevista a Sócrates fala-se de género: (...)"A nova família é baseada na igualdade entre géneros ." Fala-se também de beleza: "Receita de mulher: As feias que me perdoem mas beleza é fundamental. Sim, também sou um esteta". Será que a igualdade entre géneros é compatível com a idolatria da beleza e o medo do fogão? Então quem faz a comida lá em casa? A criada? Vem de fora? Ou lá em casa não se come? (...)" (H. Preto) (url)
O ABRUPTO FEITO PELOS SEUS LEITORES: SUDÂO
"(...) estranho o seu silêncio sobre a situação no Sudão e estranho mais ainda porque me recordo das suas palavras críticas sobre a inércia da comunidade internacional, nomeadamente da ONU, aquando do genocídio no Ruanda. No seguimento do recorrente conflito no Iraque e, utilizando as suas palavras, "numa altura em que nada acontece de relevante", seria bom que "as televisões, o mais poderoso meio de comunicação social" dispensassem alguns segundos para o seguinte: O Congresso americano aprovou por unanimidade uma resolução considerando a crise do Darfur um genocídio e pediu a intervenção urgente dos Estados Unidos. Foi entregue um projecto americano no Conselho de Segurança da ONU a prever sanções contra Cartum caso o Governo não desarme as milícias árabes. O Congresso pediu também à Administração do Presidente George W. Bush que assuma a palavra genocídio e que lidere uma acção internacional para lhe pôr cobro, eventualmente uma intervenção unilateral para impedir o genocídio caso as Nações Unidas não intervenham. A juntar a isto o Exército britânico está preparado para enviar 5000 soldados para o Darfur. As associações a outras intervenções militares e o mediatismo de palavras como petróleo, interesses económicos e neo-imperialismo ficam para um próximo comentário." (Luís Faria) (url)
O ABRUPTO FEITO PELOS SEUS LEITORES: O "DIRECTOR DE ESCOLA"...
"Pensar é cada vez mais raro…talvez venha a ser mesmo rotulado, num futuro próximo, de acto pouco recomendável. Já quase ninguém usa um discurso próprio. Ouve-se, até ao fio, réplicas e colagens das já banalidades, alheias, na comunicação social e no meiozinho de cada um de nós. Pensar está mesmo fora de moda. Fala bem, você, na nossa menoridade cívica, no caso, barrigadas de futebol versus ausência de debate do programa do governo. Mas que programa? Há dias, quando o programa foi conhecido, procurei avidamente as páginas das intenções e das medidas na Educação… lá só encontrei, além de umas banalidades, umas deseducações como a figura de Director de Escola que já não existe…e de resto…ausência." (Conceição Lopes) (url)
O ABRUPTO FEITO PELOS SEUS LEITORES: FOGO
Foto do fogo de Mafra de ontem, enviada por António Rodrigues 2.º Comandante QH Bombeiros Voluntários da Pontinha. (url)
O ABRUPTO FEITO PELOS SEUS LEITORES: “A different kind of life? I didn’t know life came in kinds.”
"Quando Coetzee ganhou o Nobel e vi as notícias desencadeadas pela atribuição do prémio, mais do que o que li escrito sobre ele e por ele, gostei do que as suas fotografias me revelavam. Uma cara de traços equilibrados e finos, um ar elegante, quase seco e ascético. Fiquei com vontade de conhecer a sua obra e por diversas vezes os seus livros me saltaram para a mão, mas acabei sempre por sacudi-los por tanto me incomodar a capa de “Disgrace” com aquele cão faminto e sarnento no meio de “nada”, ou melhor de lixo parco, metálico, seco e desolado. (…) Retomaria o adjectivo metálico ao qual juntaria o estéril para qualificar muito mais no livro: as relações entre as personagens, o tipo de interacções sexuais no romance mesmo quando aparentemente existe desejo ele aparece sempre com não correspondido; uma pequena excepção: a recordação sensual dos primeiros tempos com Rosalind. Também a paisagem rural tem esse cunho estéril do metal, tal como a presença constante como pano de fundo dos cães. A marca do “estéril” está presente até na criatividade fecunda (a “ópera”, por exemplo, que nunca evolui) e tem apenas uma excepção marcada pela violência do destino. A desolação da desagradável capa do cão é um bom indício do que espera o leitor ao abrir o romance; mas a beleza da linguagem, a riqueza das personagens e o absurdo dos seus dilemas, dificilmente se adivinharia." (JPC) (url) O INCÊNDIO DE BOTICAS (url) (url)
POEIRA DE 28 DE JULHO
Hoje, há sessenta e dois anos, uma jovem judia holandesa, Etty Hillesum, dirigiu-se para a sua caixa do correio. Lá estava um envelope com um formulário para preencher como “judia”. Eram sete e meia da manhã. Etty sabia o que estava a começar dentro daquele envelope e suspeitava como ia acabar. Entregou-se primeiro a Deus, depois a Rilke e a Jung, por esta ordem. Pensou: “vou deixar que a cadeia deste dia se desenrole elo a elo, não vou interferir, apenas ter fé.” Depois: “trarei Jung e Rilke comigo, aconteça o que acontecer”. Olhou para a sua casa: aconteça o que acontecer “estes dois últimos anos brilharão sempre no limite da minha memória como uma paisagem gloriosa”. Forçou interiormente a memória: “quando tiver que me ir embora, levarei tudo comigo.”
IR EMBORA. Etty decidiu voluntariamente ir para Westerbork, o campo de trânsito. Próxima paragem: Auschwitz. Lá morreu, com vinte e nove anos, pouco mais de um ano depois deste dia, abandonada por Deus e com o seu Jung e o seu Rilke. (url) (url)
EARLY MORNING BLOGS 266
Home I didn't know I was grateful
Bom dia! (url) 27.7.04
OS NOVOS DESCOBRIMENTOS: GIGANTOMAKHIA
Mimas, o gigante, filho da castração de Urano, lá está, parecido com a “Estrela da Morte” da Guerra das Estrelas, brilhando no escuro. Quando Herschel o descobriu era apenas um ponto de pouca luz. Agora mostra-se à Cassini, quase partido pelo impacto que lhe moldou a cratera, mas sem se ver o corpo destruído pelo ferro em brasa, com que Hércules o matou, nem os cabelos negros que Hesíodo ( ou Apolodoro, ou Pausanias, não me recordo) dizia que ele tinha. (url) TEORIA POLÍTICA DO SABONETE: “SABONETIZÁVEL” / “NÃO-SABONETIZÁVEL” (url)
LEITURA OBRIGATÓRIA
Nota de Gabriel Silva "CORTES? AQUI NÃO, OBRIGADA!" no Blasfémias. Nota de "Neptuno" "UM DIA SEM DEMAGOGIA" no Mar Salgado . (url)
EARLY MORNING BLOGS 265
A Cada Qual A cada qual, como a 'statura, é dada A justiça: uns faz altos O fado, outros felizes. Nada é prémio: sucede o que acontece. Nada, Lídia, devemos Ao fado, senão tê-lo. (Ricardo Reis) * Bom dia! (url)
UM MILHÃO DE "PAGEVIEWS"
Já há algum tempo que o Abrupto ultrapassou um milhão de "pageviews". Já o devia ter assinalado, mas, no meio desta confusão toda, passou. Obrigado aos seus leitores. (url) 26.7.04
A CAMINHO DO ZERO
As televisões, o mais poderoso meio de comunicação social, falam de incêndios e futebol. Os incêndios justificam-se, embora não se justifique de todo a exploração das pessoas atingidas pelo fogo, das suas emoções e do seu medo. Nestas ocasiões, a câmara e o microfone são coisas obscenas. O futebol, numa altura em que nada acontece de relevante, tornou-se um contínuo, as televisões já não sabem viver sem futebol. Tudo o resto não existe. Alguém se deu ao trabalho, na televisão generalista e ,por maioria de razão, na pública, de fazer uma discussão séria do programa de governo, essa coisa ínfima frente ao futebol? Assim se consolida a nossa menoridade cívica. (url)
BIBLIOFILIA
Com os livros vindos de Bruxelas, estão alguns que ainda nem sequer folheei. Para o amador de livros é como se os tivesse comprado hoje. Dois entre eles: Iaroslav Lebedynsky, Les Cosaques. Une Societé Guerrière entre Libertés et Pouvoirs. Ukraine- 1490-1790, Paris, Editions Errance, 2004 e Hans Küng, The Catholic Church, Londres Phoenix Press, 2002. Deles darei notícia. (url)
POEIRA DE 26 DE JULHO
Hoje , há setenta e um anos, Elizabeth Smart sentia-se preguiçosa. Os dias passavam e tinha a sensação que não fazia nada. Lia . Estava a ler o Amante de Lady Chatterley. Ao almoço comentou com as amigas que estava a ler o “livro proibido”. Uma das suas companheiras de almoço indignou-se: “I think it’s perfectly disgusting to want to read a book my country won’t allow”. Elizabeth não sabia bem o que lhe dizer. “Será que não quer formar a sua própria opinião?” Não queria, estava bem assim. (url) (url) UMA CASA EMPACOTADA A geografia transporta o tempo. Quem olhará agora da varanda sobre o jardim da Porte de Halle? A “bouquinerie marxiste-leniniste” continuará por quanto tempo? A mercearia grega, com a fila clara das garrafas de retsina, está aberta ou fechada? E L’Ecrit Vint com o seu silêncio? Como crescerá a criança que lá costumava estar? O Vasco continuará a ir aos livros na Waterstone's e a dizer "se não fosse este vício ficávamos ricos". E o meu supermercado de estimação, escondido numa garagem, com uma fila de pedintes à porta e cem línguas lá dentro? E o café do Porto? Nevará no escuro, como numa noite, de repente. «Rien ne m'est sûr que la chose incertaine». (url) EARLY MORNING BLOGS 264 and maybe find that deck of Bicycle cards lost near the sofa. Or maybe walk around and look out the back windows first. I hear the view's magnificent: old silent pines leading down to the lakeside, layer upon layer of magnificent light. Should you be hungry, I'm sorry but there's no Chinese takeout, only a General Store. You passed it coming in, but you probably didn't notice its one weary gas pump along with all those Esso cans from decades ago. If you're somewhat confused, think that state where people are folded into the mountains like berries in batter. . . . What I'd like when I get there is a few hundred years to sit around and concentrate on one thing at a time. I'd start with radiators and work my way up to Meister Eckhart, or why do so few people turn their lives around, so many take small steps into what they never do, the first weeks, the first lessons, until they choose something other, beginning and beginning their lives, so never knowing what it's like to risk last minute failure. . . .I'd save blue for last. Klein blue, or the blue of That would take decades. . . .Don't forget to sway the fence gate back and forth a few times just for its creaky sound. When you swing in the tire swing make sure your socks are off. You've forgotten, I expect, the feeling of feet brushing the tops of sunflowers: In Vermont, I once met a ski bum on a summer break who had followed the snows for seven years and planned on at least seven more. We're here for the enjoyment of it, he said, to salaam into joy. . . .I expect you'll find Bibles scattered everywhere, or Talmuds, or Qur'ans, as well as little snippets of gospel music, chants, old Advent calendars with their paper doors still open. You might pay them some heed. Don't be alarmed when what's familiar starts fading, as gradually you lose your bearings, your body seems to turn opaque and then transparent, until finally it's invisible--what old age rehearses us for and vacations in the limbo of the Middle West. Take it easy, take it slow. When you think I'm on my way, the long middle passage done, fill the pantry with cereal, curry, and blue and white boxes of macaroni, place the checkerboard set, or chess if you insist, out on the flat-topped stump beneath the porch's shadow, pour some lemonade into the tallest glass you can find in the cupboard, then drum your fingers, practice lifting your eyebrows, until you tell them all--the skeptics, the bigots, blind neighbors, those damn-with-faint-praise critics on their hobbyhorses-- that I'm allowed, and if there's a place for me that love has kept protected, I'll be coming, I'll be coming too. (Dick Allen) * Bom dia! (url) 25.7.04
APRENDAM A CONGA, QUE VAI SER ÚTIL,
(Band members:)
Could never get through the conga But if you say do the conga I ain't hep to that step But I'll dig it I never could see mazurkas They're poison to me, mazurkas But if it's to be mazurkas I ain't hep to that step But I'll dig it When they invented the I was a total flop But say if you want to I'll never stop I'll dance till I drop I never could dig the polka The corniest jig, the polka But if you say dig the polka I ain't hep to that step But I'll dig it! I ain't hep but I'll dig it!
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OS NOVOS DESCOBRIMENTOS: FONS VITAE
Não é de hoje, já tem quatro anos e foi tirada pelo satélite TRACE. O Sol abrindo-se, explodindo-se, num abraço maior do que a Terra. Neste abraço cabemos todos . (url)
EARLY MORNING BLOGS 263
PINTA EL ENGAÑO DE LOS ALQUIMISTAS Podrá el vidro llorar partos de Oriente? ¿Cabrá su habilidad en los crisoles? ¿Será la Tierra adúltera a los Soles, Por concebir de un horno siempre ardiente? ¿Destilarás en baños a Occidente?
Osas contrahacer su ingenio al día;
Doctrina ciega y ambiciosa fama:
Bom dia!
(url)
© José Pacheco Pereira
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